2ª Aula - Design de Comunicação - Tecnologia

2ª Aula - Design de Comunicação - Tecnologia
Lisboa, 11 de Janeiro de 2011

Neste segunda aula começamos um trabalho no photoshop:
Tinhamos de transformar uma fotografia nossa num retrato robo.
Foi necessaria muita criatividade!

Em breve irei colocar aqui o meu.

Não, ainda nada...

 Passei por aqui para ver se encontrava alguma coisa, mas ate agora nada, esta maneira de viver está a dar cabo de mim, espero rapidamente encontrar algo, algo que me faça mudar, mudar de uma maneira drastica e eficaz...

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1ª Aula - Design de Comunicação - Projecto

1ª Aula - Design de Comunicação - Projecto
Lisboa, 8 de Janeiro de 2011.

Novo módulo, novo ponto de vista.

Com azar, não pude comparecer a esta primeira aula, onde foram discutidos os metodos de avalição e feita a primeira abordagem ao conceito.

Neste módulo, gostava de deixar as pessoas a pensar, e tive uma ideia para isso mesmo, porque não fazer um conceito que não tenha fim? - Ou que só acabe no fim do módulo?

"Vais agora caminhar pelo mundo
Por onde andas e o que encontras?"

Ando num mundo em que apenas existo eu.
Num mundo preto e branco.
Não existe qualquer ser pensante, apenas existo eu.
Este mundo aos meus olhos é preto e branco, e sem qualquer outro estilo de vida, mas pergunto-me, - Séra mesmo assim? - Ou serei eu que faço parecer assim?
Até agora não encontrei nada, mas continuo a procurar.

1ª Aula - Design de Comunicação - Tecnologia

1ª Aula - Design de Comunicação - Tecnologia
Lisboa, 4 de Janeiro de 2011.

Cá está, finalmente, o meu módulo.
Fizemos uma breve apresentação:
Professores - Turma, Turma - Professores.

Falamos um pouco sobre o que é o Design de Comunicação:
"É um amplo processo criativo que actua na construção de mensagens". Basicamente, serve para transmitir-mos uma mensagem.

Iniciamos a nossa jornada, começando a aprender como se trabalha com Photoshop.
Ferramentas basicas, nada de muito complicado, para quem mexe com o programa a uns anitos é basico.


Aguarelas e sentimentos










Mas é preciso arriscar...

 « (…) Já sete horas”, disse para consigo ao ouvir de novo o despertador, “já sete horas e um nevoeiro destes.” E durante uns instantes ficou quieto, respirando baixinho, como se esperasse do silêncio absoluto a reposição da situação real e natural. (…) preparou-se para balançar o corpo a todo o comprimento, fazendo-o cair assim de uma vez de cima da cama. Se se deixasse cair desta maneira, a cabeça, que ele levantaria ao máximo ao tombar, não devia sofrer nada. As costas pareciam ser duras, e não lhes aconteceria nada se caíssem em cima do tapete. O que mais o preocupava era a ideia do estrondo que isso iria provocar, e do susto, ou pelo menos da preocupação que tal baque iria causar atrás de todas as portas. Mas era preciso arriscar. (…)» (“A Metamorfose”, Franz Kafka).
Mas é preciso arriscar... e tu o que estás disposto a arriscar?

Estou disposto arriscar todas as minhas certezas e incertezas. Tudo aquilo em que acredito e em que não acredito.
Tenho a certeza que vou amar, sofrer e ser feliz, mas quais são as minhas incertezas? As minhas incertezas formam-se quando as minhas certezas se "cruzam".
Será que podemos ser felizes no sofrimento? Depende do sofrimento, se o sofrimento for um sofrimento de amor, amor por alguém, é um sofrimento bom, e podemos ser felizes nestes sofrimento; mas quando sofremos pela morte de alguém que nos é próximo podemos ser felizes neste sofrimento? - Não.


Apresentação


   Na parte da apresentação fiz uma comparação entre mim e o Jay Leno.
Transmiti que sou uma pessoa, sem rotina, isto é, uma pessoa que está em constante evolução.
   Ao longo dos dias evoluo, as fotografias não se aplicam a mim, se me tirarem uma fotografia, passado uns anos, se me perguntarem se sou eu, eu respondo que sim, mas digo que naquela altura tinha uma serie de ideias que neste preciso momento não me passam pela cabeça.

   O Jay Leno faz talk shows à mais de 20 anos, mas sem qualquer evolução, todos iguais, a sua maneira de trabalhar é sempre a mesma. Eu não quero cair nessa asneira, não quero cair na asneira de não evoluir, quero ser capaz de estar em constante evolução.

   Utilizei apenas a voz na minha apresentação.